Utilização:
como arbusto
ornamental ou bonsai, de cobertura para canteiros e bordaduras, para
arranjos de flores secas, como
planta em contentor, para sebes irregulares e para margens de estradas e
auto-estradas.
Caule:
não apresenta um verdadeiro tronco, mas sim várias ramificações
curvilíneas. Não apresenta qualquer adaptação como acúleos ou
espinhos
Folhas:
de textura fina;
caducas a semipersistentes; de inserção alterna; margem do limbo com
recorte serrado ou tri-lobado; nervação peninérvia podendo apresentar
algumas nervuras paralelas; folha de cor verde escura na página
superior e glauca na inferior; pecíolo até 11cm.
Flor:
inflorescência
composta – corimbos hemisféricos com cerca de 5 cm de diâmetro;
“flores” brancas com cinco ou mais pétalas aparecendo com e após
as folhas do ano; corola com cerca de 1.25cm de diâmetro; flores bem
distribuídas por todo o arbusto.
Fruto:
cápsula de cor
castanha com cerca de 1 cm; pouco vistoso.
Altura:
arbusto caducifólio
de 1 a 1.5 m.
Época
de plantação: entre
Outubro e Março.
Época
de floração: de
Março a Maio
Solo:
adaptável a
diversos tipos de solos desde que bem drenados, preferindo solos
alcalinos mas tolera solos ácidos, tolera bem a secura mas não a
salinidade.
Clima:
cresce bem ao sol, bem como em terrenos com alguma sombra. Resiste bem
ao frio.
Propagação:
por sementes, entalhe e estacaria.
Cultura:
taxa de crescimento
média a alta. Bom desenvolvimento quando ao abandono.
Identificação
de cultivares: Spiraea
cantoniensis ´lanceata`; Spiraea cantoniensis ´Vanhouttei`.
Pragas
e doenças: a não
considerar.
Consociações:
em canteiros com Lobularia
maritima; em bordaduras
com azaleas Asiáticas e para
arranjos florais com Acacia bailyba.
Notas
adicionais:é uma
das mais bonitas e populares das cerca de 100 espécies do género Spiraea;
é uma boa escolha para climas mais quentes pois a folhagem
permanece até mais tarde.
Fontes
de informação:
-
Caixinhas, Mª L.. 1994. Flora da Estufa Fria de Lisboa. Editorial
Verbo. Lisboa. Pp. 178.
-
www.foridata.com
-
www.hortpix.com
Compilado
por:
Carla Alexandra Silva Vasconcelos, 2002.